07/10/2014

Como um cristão deve escolher em quem votar?

Aproveitando um post do Julio Severo, pensei em iniciar um manual sobre as caracteristicas do candidato que merece o voto cristão. Muitos aparecem desejando nosso voto ao se aproximarem as eleições. Existem até falsos crentes que aproveitam o momento.
É crucial focarmos nosso voto no legislativo. O executivo funciona como uma novela. O horário eleitoral ocorre durante as novelas. O povo brasileiro está acostumado com o mesmo estímulo mental na hora da novela. Durante anos a fio o povo recebe o estímulo de que o mocinho sofre e que deve odiar o bandido. É o discurso da vitimação. Isso já é um padrão mental consolidado, assim como a novela consolidou o padrão mental do divórcio consolida o padrão mental favorável à campanha eleitoral.
Devemos tomar cuidado quando um candidato parece vítima e o outro parece bandido. Esse é o pulo do gato dos políticos. Eles não querem mostrar sua competência, ao contrário, querem ganhar o voto pela aparência de vítima. O brasileiro tem uma predileção por vítimas, é um povo que se acha vitimado por tudo, por isso identifica-se com um político vitimado, mesmo que incompetente.
A título puramente ilustrativo podemos analisar como ocorreria uma vitimação. Imagine que um candidato notóriamente incompetente sabe que só pode se eleger como vítima. Esse candidato incompetente, se for mau caráter, poderá criar um dossiê contra ele mesmo e encaminhar para a oposição por um portador secreto. Se a oposição for tola o suficiente vai publicar o dossiê contra o candidato incompetente pensando destrui-lo.
Todavia, o candidato incopetente plantou o dossiê, logo, ele tem a resposta pronta para se fazer de vítima. O povo fica com pena do incopetente, com raiva do “caluniador” ou bandido, e vota no incompetente pois “não tem mais ninguém em quem votar”. O eleitor que pensa assim é um prato cheio para aqueles que manipulam seu padrão mental novelistico. Lembre-se, o horário eleitoral ocorre na hora da novela!
Um cristão deve votar direito e contra a esquerda socialista ou comunista. Muitos cristãos foram enganados pelos socialistas no passado, eu também, mas agora não temos desculpa. Sabemos o mal que são capazes de fazer e a arma secular que temos contra essa ideologia infernal é o voto. A arma espiritual é a oração e a pregação do Evangelho.
Seguem algumas dicas sobre como escolher os candidatos nessa eleição, especialmente para Deputado e Senador, pois são eles que fazem as leis que atacam a família. Não reeleja nenhum inimigo da família, mesmo que seja o pastor de sua igreja. Pesquise sobre o candidato. Na sua pesquisa busque candidatos com as seguintes características:
Um candidato decente deve ter em sua história de vida:
  • histórico de luta contra o aborto e a agenda gay
  • histórico de apoio a Israel
  • histórico de apoio a marchas cristãs
  • histórico de material publicado na internet mesmo antes das eleições
  • histórico pró-família
  • histórico como cristão e não um neófito na fé
  • histórico de verdadeira apologética e não apologética marqueteira
  • histórico de não apoiar o terrorismo palestino
  • Histórico de não ser nepotista nem na gestão pública, nem na própria igreja
Um candidato decente também:
  • não apoia os terroristas da década de 60 no Brasil
  • não participou de guerrilha
  • NÃO FICA em cima do muro
  • Não apoia manifestações políticas da esquerda
  • Não esta condenado judicialmente. Cuidado! Não confunda condenado com acusado. Alguém pode ser acusado injustamente, mas quem está condenado é de culpa comprovada depois de todos os recursos possíveis.
  • Não é um “cristão” filiado a um partido de esquerda comunista ou socialista
  • Não apoia nem a Teologia da Libertação, nem a Teologia da Missão Integral
  • Não aceita o politicamente correto
  • Não aceita as politicas públicas anti-família propostas pela ONU
  • Não usa associações denominacionais como trampolim político
  • Não se torna  “boi de piranha” somente para fazer legenda de esquerda
  • Não é sindicalista que pede aumento inviável para manipular politicamente as categorias de trabalhadores
  • Não tem ligações com partidos de esquerda
  • Não troca votos por quaisquer favores
  • Não troca votos por empregos em cargos públicos
  • Não é professor universitário agitador marxista
Um candidato decente tem que se comprometer com:
  • propostas de desfazer legislativamente leis anti-família
  • reivindicar mais concursos públicos para funcionários estatutários
  • apresentar suas propostas por escrito confirmadas pelo seu histórico de vida
  • ter competência comprovada independente de sexo
  • ter conhecimentos legais, econômicos e administrativos mínimos
  • disponibilizar sem restrição informações sobre seu pensamento e atividade politica
  • demonstrar ter valores tradicionais judaico cristãos