07/10/2014

A deturpação da educação é uma arma contra o cristianismo

Você já observou como a educação está mudada? Não me refiro nem aos métodos de aquisição cognitiva, me refiro a educação como formação de uma pessoa íntegra. A educação no Brasil está cada vez mais abandonando a integridade, especialmente a integridade cristã.
Parece que é uma teoria da conspiração, alguns acham que somos exagerados e que nada será “tão ruim assim”. É a turma do deixa disso, que se acomoda aos padrões mundanos que aceita a corrupção como normal simplesmente porque “todo mundo faz”.
A corrupção da educação começa com o principio de socialização obrigatória. O governo impõe que a criança tem que se socializar, mas do jeito deles. Ninguém tem que socializar de forma obrigatória. Um exemplo é o tal do trabalho de grupo. Professores despreparados separam amigos e juntam grupos sem identificação para simplesmente “socializar o alunado”. Sem identificação a socialização é somente conformação, pela conformação não pode existir dignidade. Por essa cultura de conformação o Brasil torna-se cada vez mais corrompido.
Observa-se que deturpar a educação gera corrupção. Diminuir a autoridade paterna também gera corrupção. A legislação caminha cada vez mais por esse caminho. Mas porquê isso ocorre?
Numa breve retrospectiva, a sociedade ocidental é fundada sobre o cristianismo. Embora possam haver algumas considerações contrárias à igreja católica, ela também contribuiu para preservação de valores cristãos. Nossa separação com os católicos é em questão bíblica. Em questão moral somos semelhantes.
A sociedade ocidental se desenvolveu na modernidade também graças ao cristianismo, especialmente o protestantismo que favoreceu as revoluções Comercial e Industrial. A própria ciência que se gaba de ser laica tem os principios de seu método na própria teologia.
Sabendo da importância do cristianismo na formação de nossa civilização Satanás quer tragar nossa sociedade. Dois de seus secretários foram Engels e Marx. Ele eram mais do que ateus eram opositores de Deus em suas próprias consciências deturpadas. Como opositores de Deus buscaram o que mantinha a ordem das coisas sob o padrão cristão. Descobriram a ligação entre cristianismo, família e propriedade. Começaram a atacar as três coisas.
Fala-se em crise de paradigmas na atualidade. Os paradigmas são religião, autoridade e conhecimento. Crises de paradigma se repetem na história. Desde o surgimento da filosofia na Grécia antiga pode situar crises de paradigma na expansão comercial dos gregos, na forma de governo democrático e na luta entre mito e razão. Porém, na modernidade, a crise de religião, autoridade e conhecimento é focada na estratégia marxista. Atacam o cristianismo em seus valores religiosos, atacam a autoridade com leis medonhas e atacam a propriedade empobrecendo um povo que se torna cada vez mais dependente do Estado. Essa é a receita perfeita para um governo ditatorial.
A escola é o primeiro contato da criança com a dominação. Essa dominação não é local, é global, mas passa pelo ambito local. A ONU é a responsável por propor “políticas públicas” que avançam o objetivo marxista. Coisas como cartilha pornográfica para crianças, deturpação da história contada aos pequenos, emburrecimento da nação são coisas que atendem às “políticas públicas” da ONU. Quando ouvir o termo “políticas públicas” desconfie seriamente.
Por exemplo, uma das bandeiras da ONU é a “homofobia” que tem gerado atritos entre cristãos e militantes gays. Os militantes gays não represetam todos os gays que são dignos de oração e respeito, mas os militantes seguem as “políticas públicas”. Os militantes querem até cotas para professores gays nas escolas. Obviamente não existe necessidade para isso, até porque, entre os gays que são cidadãos honestos existem muitos bem instruidos e não se preocupam com isso. Essas cotas seriam para militantes somente.
Outra forma que estão destruindo a educação no Brasil é a tentativa de eliminar o dia dos pais e das mães do calendário escolar. Querem criar o dia do “cuidador” com base em uma ideologia de inclusão coitadista. No meu tempo de escola existiam crianças sem pai e sem mãe, mas geralmente eram acompanhadas por algum responsável. Esses responsáveis não substituiam pai e mãe, porém eram igualmente amados e nunca pediram para acabar com o dia das mães ou dos pais. Esse discurso é recente e ideológico.
Fiz uma digressão para nos localizar no contexto, agora vamos entender o que o marxismo pensa sobre o destino da família. Entendendo o que o marxismo pensa sobre a origem e destino da família podemos entender porquê militantes marxistas desejam a destruição da família.
Para marxistas a família é um ambiente de opressão. Dizem isso porque segundo as suas fábulas os grupos humanos teriam começado em total libertinagem sexual, prostituição, adultério e coisas afins. Eles dizem que nessa situação existia o “verdadeiro comunismo”. Ora, já vimos que os militantes marxistas se opõem a Deus e agora vimos porque se opõem à família.
A desculpa dos marxistas para destruir a família e a democracia é “voltar a um comunismo” utópico, que na verdade nunca existiu fora de suas teorias. Também querem destruir a família para eliminar a propriedade privada pois, para eles, a propriedade privada é o maior problema social.
O mais ridiculo é que defendem a democracia pela extinção da propriedade privada. Ora, a democracia só foi possível graças a propriedade privada com valores familiares cristãos. Já disse o político esquerdista Fernando Gabeira que o interesse da esquerda nunca foi a democracia mas sim uma ditadura comunista. Nisso ele foi coerente, pois sem propriedade privada a sociedade não pode negociar com o Estado, gerando automaticamente, uma ditadura governamental.
Isso já está acontecendo no Brasil. A ditadura governamental está em curso. A destruição da família e da propriedade privada idem. Pior! Tem muito “crente” apoiando essa situação.
Quem for um verdadeiro crente deve se opor a essa situação. Não vendemos nosso voto por emprego! Não vendemos nosso voto por uma bolsa ou cota! Não vendemos nosso voto por nada, pois Cristo é mais importante! Somos fiéis a Cristo e não a ideologias. Cuide de seus filhos, não os deixe abandonados numa escola que prega a destruição familiar. Muitos diretores de escola, por serem eleitos, são membros de partidos da esquerda e estão de acordo com as “políticas públicas” da ONU que destroem as famílias.
Oremos a Deus e sejamos firmes, pois os tempos são maus.

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