30/06/2010

Mania de se julgar Incontestável

Uma prática comum entre apresentadores da mídia é escrachar de forma ameaçadora e covarde aqueles que discordam deles no campo das ideias, pois sabem que a parte contrária não tem o mesmo espaço midiático e nem o mesmo poder financeiro. Interessante é que ao mesmo tempo que se preocupam tanto com diferenças de ideias, toleram que se metam em sua vida particular desde que traga dividendos marqueteiros pelos paparazzo. Espero que esteja errado, e que a mídia cristã seja mais tolerante com as diferenças de ideia, mas parece que há um clima para que aconteça o mesmo entre os evangélicos pois alguns julgam que seus “ídolos gospel” estão acima de qualquer crítica.

As pessoas defendem seus “ídolos gospel” como verdadeiros fãs para quem os ídolos são mais importantes do que a Palavra Bíblica que deveriam ensinar. Fãs discursam com ira e raciocinam pouco pois a idolatria é afeita ao raro raciocínio.

O apóstolo Paulo foi um grande opositor da idolatria e devemos imitá-lo. Na Grécia, num lugar de discussões públicas chamado areópago Paulo fez seu discurso falando do Deus verdadeiro, da Salvação em Jesus Cristo. Dentre aqueles homens, vários afeitos a seus deuses que impregnavam sua estrutura politica e econômica não quiseram ouvir a da mensagem de Paulo, mas alguns ouviram. Provavelmente os idólatras seguiram seu caminho de corrupção espiritual, enquanto aqueles que deram ouvidos à Palavra de Deus cresceram espiritualmente e alcançaram a Salvação.

Lancemos fora qualquer idolatria em nossa vida e vivamos construindo uma adoração coerente e biblicamente saudável conforme o exemplo que o apóstolo Paulo nos deixou.

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