19/04/2009

Dia do Indio

2030VC6005.jpg Hoje é dia do Índio. Uma música popular já dizia que houve época em que "todo dia era dia de índio". Tenho grande respeito por este grupo de brasileiros, verdadeiros guardiões de conhecimentos medicinais e autosustentáveis da floresta, além de toda a contribuição cultural que nos legaram com seu sangue e garra de guerreiros. Mas sob o ponto de vista de missões como tem sido o dia a dia dos índios? Lutas com posseiros, garimpeiros, vitimas do alcolismo e sujeitando-se ao suicídio por perderem sua identidade. Alguns dizem que essa perda de identidade é como povo, mas vou mais longe, perderam sua identidade como seres humanos. Quando abri esse artigo citei o conhecimento indigena da floresta que tanto interessa a grandes corporações e geralmente lembramos deles com esse viés comercial, seja turistico, de controle da biodiversidade, ou mesmo como fonte inesgotável de trabalhos de acadêmicos que preferem mantê-los afastados para que tenham o que pesquisar, como se os índios fossem meros objetos. Deve até existir falsos missionários entre os índios com os mesmos interesses comerciais, mas não quero me referir a esses falsos profetas nem aos mercantilistas da globalização ou academicismo editorial. Quero lembrar o quanto nossos irmãos indios precisam ouvir falar de Jesus Cristo como Salvador pessoal. Em todas as religiões, mais sofisticadas ou mais simples, há consciência do Deus Eterno, mesmo assim preferem colocar "deuses inferiores" que atuam na vida cotidiana do homem ao passo que o Deus Eterno consideram muito distante e importante para ser incomodado. Veja o que diz a Bíblia Sagrada a respeito dessa teimosia humana de negar a Deus mesmo sabendo que Ele é o verdadeiro Deus:
Rom 1:19-23 Porquanto, o que de Deus se pode conhecer, neles se manifesta, porque Deus lho manifestou. Pois os seus atributos invisíveis, o seu eterno poder e divindade, são claramente vistos desde a criação do mundo, sendo percebidos mediante as coisas criadas, de modo que eles são inescusáveis; porquanto, tendo conhecido a Deus, contudo não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes nas suas especulações se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se estultos, e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis.
Sob um ponto de vista paternalista, seria ótimo que o índio estivesse livre de condenação pela ignorância de não ter ouvido sobre a Salvação, mas Deus é Pai e não paternalista. A própria criação que cerca nossos irmãos de sangue demonstra quem é o verdadeiro Deus, portanto, há possibilidade de reconhecê-lo, e esse reconhecimento acontece de fato, mas é negado por escolha pessoal do que deseja seguir, e tal negação tenta conformar o corruptível como incorruptível para satisfazer sua própria corrupção espiritual, que leva ao suicídio comum entre os povos, pois um abismo chama outro abismo, e o pecado gera a morte. A corrupção espiritual só pode ser vencida através da fé em Jesus. Devemos demonstrar nosso amor aos índios, já tão massacrados pelo homem civilizado, alguns dizendo-se Cristãos. Devemos defender o verdadeiro cristianismo levando a Palavra de Deus a todos os lugares sejam cidades, florestas ou sertões, através de nossa contribuição pessoal ou como igreja local, para que vivam espiritualmente em abundância e não sejam tragados pelo mal. Ouça reportagem da Agência Brasil – Cimi: violência sexual contra indígenas é praticada, em grande parte, por brancos