04/02/2009

Adoção de crianças por homossexuais

Fizemos uma enquete em nosso blog sobre a formação do que chamam de “novos tipos de família” enfocando a opinião dos usuários sobre “Famílias formadas por homossexuais. É bom para a criança?” No período de um mês votaram 97 pessoas. O resultado foi o seguinte:

1. Famílias formadas por homossexuais não são boas para a criança, pois falta referência familiar adequada – 75% dos votos

2. Famílias formadas por homossexuais seriam boas para a criança, pois o que importa é o afeto – 3% dos votos

3. Famílias formadas por homossexuais não são boas para a criança, pois justificativa de afeto é inválida, afinal, em toda relação humana deve ter afeto – 6% dos votos

4. Famílias formadas por homossexuais seriam boas para a criança, pois todos tem direito de ter família – 6% dos votos

5. Famílias formadas por homossexuais não são boas para a criança, pois o possível direito de adultos não deve manipular carências afetivas das crianças para se justificar – 9% dos votos

O resultado da enquete mostra que as campanhas a favor da adoção de crianças por “casais homossexuais” insinuando um novo tipo de família, não é um consenso tão valorizado, disseminado, e incontestável quanto os militantes e a MÍDIA PATROCINADA tenta fazer parecer. Na verdade os votos contrários foram a maioria. Votaram pessoas de todas as partes do mundo embora predomine voto de brasileiros. Para a maioria dos votantes, segundo se pode concluir, não se enfatiza o direito da criança, mas o do pretenso adotante nessas ações de Adoção incomum. Argumentos como partilhar afeto e direito a família não são argumentos válidos, pois tais necessidades podem ser atendidas de outra forma no convívio familiar cristão, sem necessidade de adoção.

O que vemos é a necessidade de nós, como cristãos, nos prepararmos para receber essas pessoas sem ofensa, e sem infringir seus direitos inerentes a todo cidadão, mas continuarmos firmes e sábios no ensino bíblico que condena o pecado, mas dirige o pecador arrependido ao trono de Deus. É necessário também que mostremos que, ao contrário do que a MIDIA PATROCINADA prega, somos muitos a pensar diferente. Essas 97 pessoas, ou sua maioria, são apenas uma mostra dos milhões de pessoas que tem ética e moral baseadas em valores cristãos e que devem ter sua opinião respeitada e levada em conta sem os espetáculos formados por malabaristas legislativos que fazem leis, não para o bem da Nação, mas para conseguir votos dos incautos.