26/01/2009

"Cartilha de Intolerância Religiosa"

Este texto foi publicado no endereço www.abibliaevoce.com.br, após a publicação o site entrou fora do ar sem explicação. A uol não pode explicar e deu prazo de 24 horas para que o site volte ao ar. Publiquei hoje e não ficará fora do ar, eis aí o texto transcrito com a captura de tela da falha no servidor.
1João 4:3 e todo espírito que não confessa a Jesus não é de Deus; mas é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que havia de vir; e agora já está no mundo. Vez por outra é levantada a idéia de uma repressão religiosa em nome da tolerância. Ser tolerante é ser contrariado, mesmo que fortemente, e aceitar com humildade. O discurso da tolerância religiosa politizada e marxista é incoerente. Tolerante é o que recebe afronta sem rebater, suportando, sofrendo qualquer violência em nome de sua fé, estando disposto a até doar sua própria vida para que Deus seja exaltado. “É admitir” - acho melhor permitir - “aos outros, maneiras de agir diametralmente opostas as nossas” como diz o dicionário Houaiss. Se não permitimos que alguém discorde de nossa religião, somos, o contrário disso: intolerantes. E como há intolerantes no meio religioso brasileiro, e pior, posando de defensores da tolerância!!! A última novidade nesse campo foi uma cartilha que orienta a policiais como reprimir “ações de intolerância religiosa”. É fácil reprimir, principalmente utilizando um meio de educação contestável como a “cartilha” que denota um “conhecimento ou poder maior de alguém”, que precisa ser imitado, sobre a ignorância de outros. O caráter repressor é enfatizado, pois foi distribuída apenas a agentes da lei, quando seu objetivo deveria ser educar, por isso mesmo deveria também ser compartilhado com toda a sociedade sob facílimo acesso. Que idéia “tolerante” é essa que ensina como reprimir, mas não mostra aos possíveis interessados como e porque poderão ser reprimidos. Pelo menos hoje, a quase uma semana do seu lançamento, ninguém se manifestou com esse objetivo (não encontrei nada similar em minhas buscas na internet). O tolerante permite ao outro uma atitude diferente mas não precisa concordar com suas ações, e até espera a tolerância do outro nos mesmos moldes. Portanto, regulamentar a tolerância religiosa é um absurdo intolerante. Podemos como cristãos, ser xingados, expostos à humilhação pública, à perseguição da mídia patrocinada, ou a qualquer outro tipo de afronta e ainda assim ser fiéis a nossa convicção pois ela não pode ser abalada se está firmada em Cristo. Mas quem não têm sua fé firmada em Cristo tem medo de perder fiéis, pois sua fé está firmada em coisas falíveis e passageiras. Se usarmos um nome exato para qualquer que não confesse a Cristo como único Senhor e Salvador, devemos chamá-lo de anticristo. É o nome que João emprega em sua carta como descreve o versículo acima que nos inspira. Será que seremos chamados de intolerantes por usar um termo bíblico? Será que tentarão mudar e queimar a Bíblia Sagrada, como já foi feito no passado? Será que tentarão se infiltrar com neoliberalismos entre os divulgadores do Evangelho para enfraquecer o que a Bíblia ensina a longa data, ou mesmo torcer o texto sagrado? Para não ofender ninguém, que não é minha intenção, na pregação do evangelho passarei a usar somente o termo bíblico para quem não tem a Jesus como Senhor de sua vida e prega outros caminhos: anticristo. Será que vai ofender menos assim? OBSERVAÇÃO: Aconselharam a não publicar esta postagem, pois pode ofender gente poderosa. Mas achei absurdo, pois Deus é com seus servos, e se alguém se ofende tão fácil assim, que democracia é essa? leia também: entendaabiblia.blogspot.com