29/08/2006

A vitória coletiva começa no individual. Assistindo a um telejornal fiquei feliz ao ouvir uma estatística:
Em 1989 o número de fumantes no Brasil era de aproximadamente 30% da população, hoje, 2006, novas perquisas atestam que esse número caiu para 17%. Esse resultado se deve a uma campanha de educação sobre os males causados pelo fumo à saúde. Não houve repressão ou imposição de um pensamento aos fumantes mas estes foram convidados a refletir sobre a característica nociva a saúde deste hábito. A educação se mostrou mais forte do que a repressão (muitas coisas, quando proibidas, formam mercados concorridos), e provou mais uma vez ser o caminho mais viável para solução de problemas da vida diária. Mas apesar de toda essa eficiencia da educação ela não é completa, pois depende da vontade própria do indivíduo em aceitar sua mensagem. Um exemplo claro disso é que muitos médicos e educadores, que conhecem a fundo o problema e foram educados para isso, fumam exageradamente prejudicando seu próprio organismo. Podemos fazer um paralelo com a nossa vida espiritual: Jesus nos ordenou que fossemos por todo mundo e ensinassemos as pessoas a guardarem sua Palavra, isso significa que a pregação do Evangelho de Cristo também tem seu contexto educacional, mas muitos, de livre e espontânea vontade, recusam sua mensagem. A mensagem do Evangelho é de Vida Eterna e nos ensina como vencer o inimigo mortal que é o pecado mas ela, por si só, não mudará nossas vidas se não houver disposição da nossa parte. É necessário um mover íntimo em cada um, no coração, corpo e mente, de forma integral para que haja um resultado real e prático, pois ao escolhermos o contrário, o resultado será prejudicial e sem retorno.