20/09/2015

Doutrinas Batistas - A Bíblia é a revelação que Deus fez de si mesmo

No mundo atual as pessoas cada vez mais se afastam de Deus. O principal item que tem levado as pessoas a interagirem é a tecnologia. O homem é um ser tecnológico. O próprio Deus nos fez seres tecnológicos quando nos criou para governar a criação. Todo processo de governo e administração das coisas requer tecnologia. O governo a que Deus se refere é pelo trabalho e ninguém trabalha sem o mínimo de tecnologia, mesmo que seja uma alavanca muito elementar. As conquistas humanas são um processo tecnológico crescente. Desde as culturas de pedra lascada até as culturas digitais existe tecnologia em tudo da vida humana. Tecnologia são o conjunto de técnicas que nos permitem governar o mundo.

Deus sabendo da importância da tecnologia para o homem usou a tecnologia da escrita para propagar Sua Palavra. A Bíblia é a Palavra de Deus em suporte tecnológico, no caso o papel impresso. Deus revelou a si mesmo para o homem tecnológico através da tecnologia humana.

É importante notar que para a doutrina batista, decorrente da Bíblia, Deus revelou quem Ele é, por SI MESMO, aos homens.

Alguém pode se opor dizendo que "A Bíblia foi escrita por homens", mas é óbvio que você só pode ter acesso à Bíblia se ela for escrita por homens. Deus sabe disso.

Deus é o ser mais glorioso do universo. A glória de Deus é sua natureza. Para compartilhar a natureza de Deus é necessário ser da mesma natureza, mas nós somos humanos de uma natureza corruptível que é o oposto da natureza glorificada. Quando seres corruptíveis entram em contato com a glória de Deus não podem resistir à glória de Deus. Seria como algodão passando pelo fogo, o algodão não pode suportar o calor que uma ferramenta de ferro, por exemplo, é capaz de suportar. O algodão não suporta a glória do fogo.

O único texto escrito diretamente por Deus foram os Dez mandamentos. Entretanto, os dez mandamentos ficavam na arca sagrada em um lugar do antigo templo judaico onde somente o sumo sacerdote poderia entrar uma vez na vida. Se um sacerdote desobedecesse essa ordem seria fulminado pela glória de Deus.

Moisés pediu para ver Deus, mas o Senhor só permitiu que o visse de relançe pois Moisés não suportaria ver a Sua glória. Moisés estava prostrado na presença de Deus, portanto sentia a presença de Deus, ouvia a voz de Deus mas não se atrevia a olhar para Deus.

Deus sabe que não podemos suportar Sua Glória, por isso usou os profetas para que escrevessem sua Palavra. Logo, reclamar que Deus não escreveu a Bíblia é murmurar contra a bondade de Deus que nos garantiu acesso a Sua glória através dos profetas e homens de Deus que escreveram a Bíblia.

Percebe o problema? Deus jamais poderia escrever a Bíblia devido à sua santidade. E se Deus tivesse escrito eu e você não poderíamos ler sem ser consumidos. Logo, Deus foi perfeitamente coerente e bom ao comissionar os profetas para uma experiência singular com Ele. Os profetas são aqueles que traduziram a Revelação de Deus para a compreensão do homem comum.

E por que os profetas não foram consumidos. Porque Deus lhes concedeu uma licença especial, uma excessão. Uma excessão como se deduz do termo não é algo para todo mundo. Moisés teve uma excessão singular. O profeta Isaías quando viu a glória de Deus, mesmo de relance, prostrou-se é disse "aí de mim que sou homem impuro" mas o anjo de Deus tocou em Isaías com uma brasa do altar e o purificou para sua missão profética.

Deus revelou a si mesmo em plenitude ao homem enviando Seu Filho Jesus em forma humana. Jesus reduziu-se até a forma de servo para anunciar a Salvação a humanidade pecadora.

O Novo Testamento é a Revelação da vinda de Jesus Cristo ao mundo. Observe que, SENDO DEUS, Jesus também não escreveu nada, MAS comissionou seus apóstolos que atuaram como os profetas do Antigo Testamento escrevendo os evangelhos, Atos, as epístolas e o Apocalipse. Percebe mais uma vez a coerência de Jesus? Como Deus, Jesus não deixou nada escrito, pois a Sua glória só podia ser traduzida pelos homens da forma que homens entendessem.

Veja o que nos diz A primeira epístola aos Coríntios  capítulo dois versículos nove a onze "mas, como está escrito: Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam. | Mas Deus no-lo revelou pelo Espírito; porque o Espírito a todas as coisas perscruta, até mesmo as profundezas de Deus. | Porque qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o seu próprio espírito, que nele está? Assim, também as coisas de Deus, ninguém as conhece, senão o Espírito de Deus"

Veja que as coisas espirituais são reveladas pelo espírito de Deus em nós. Logo, temos certeza da verdade da Palavra de Deus quando o Espírito testifica em nós. Sem a ação do Espírito Santo somos incapazes de receber a revelação que Deus fez de si mesmo aos homens.

Quero fazer um convite a você. Se ainda não aceitou a Jesus, aceite a Jesus recebendo o Espírito Santo e veja como é grandiosa a revelação de Deus em sua vida. Se você já aceitou a Jesus anuncie a Palavra de Deus a tempo e fora de tempo. Que a paz de Deus guarde nossos corações em Cristo Jesus. Amém.

18/07/2015

16/07/2015

A lei e a Graça

Alguns crentes se apegam ao fim da lei pela graça como desculpa para praticar coisas biblicamente condenáveis. A graça de Cristo não acabou com a lei de Deus, mas a aperfeiçoou. Assista este video e compreenda essa realidade.
 

17/05/2015

Evangelho de João 2 - Narração

Evangelho de João capítulo 1 - Narração

Intensidade de som nas igrejas e carnalidade


O volume de som nas igrejas está ficando insuportável e prejudicando a adoração a Deus. Estamos viciados em shows gospel e queremos repeti-los nas igrejas. O volume de som muito alto meche com a carnalidade, por isso, bailes funk, discotecas, e escola de samba tem tanto volume pois trabalham com a carnalidade. Na igreja não trabalhamos com a carnalidade mas com a espiritualidade. Quando Elias esteve na caverna de Adulão aparececeu a ele um terremoto, um vento impetuoso, e Deus não estava neles, mas quando aparece uma brisa calma, Deus estava lá. Com o exagero no volume, ou intensidade do som, temos incentivado um culto carnal e prejudicado o culto racional em espírito e em verdade. Durante o louvor, precisamos ouvir os irmãos da igreja cantanto e não somente a banda que está no palco. Deixo como referência para quem quiser calcular o volume adequado de som para sua igreja uma aula de fisica para que você, responsável pelo som, inicie seus estudos sobre o assunto sem prejudicar a audição dos irmãos, sem incomodar a vizinhança e sem gerar carnalidade durante o culto.
Quanto ao nível de conforto auditivo, necessário à verdadeira adoração, o ouvido humano suporta 50 decibéis sem muitas queixas. Existe também o problema da quantidade de pessoas no recinto que interfere na propagação do som que será absorvido pelos corpos, nesse caso deve-se procurar fazer os calculos de forma a adequar a intensidade de som à àrea do culto e à quantidade de pessoas presentes, por estimativa.
Segue um link para quem quiser aprender mais sobre o assunto. Por favor! Parem com a carnalidade, parem com o barulho!
Depois não venham reclamar quando os mundanos vierem nos perseguir por causa da intensidade de som novamente.

http://www.fec.unicamp.br/~luharris/galeria/ic042_05/TIDIA-ae_TopicoA_mat-apoio_S03_C-Acustico.pdf

Este Documento possui informações que ajudarão a calcular o som em ambientes fechados com otimização da utilidade e sem prejudicar a saúde e a adoração das pessoas. http://musicaeadoracao.com.br/recursos/arquivos/tecnicos/sonorizacao/som_igrejas.pdf

12/02/2015

Julio Severo informa que Obama mentiu para Rick Warren sobre "casamento" Gay

Por Julio Severo

Barack Obama “enganou” o Pastor Rick Warren durante a campanha presidencial dos EUA em 2008 quando esteve na Igreja Saddleback, de Warren, onde Obama disse: “Acredito que o casamento é a união entre um homem e uma mulher. Ora, para mim como cristão — para mim — para mim como cristão, é também uma união sagrada. Deus está no meio.”
David Axelrod, que trabalhou como um assessor principal da Casa Branca depois de ajudar a eleger Obama, disse que Obama mentiu quando declarou publicamente sua oposição ao “casamento” de mesmo sexo em 2008. Em seu livro recente, “Believer: My Forty Years in Politics” (Crente: Meus Quarenta Anos na Política), Axelrod escreve que sabia que Obama apoiava o “casamento” gay.
O Obama real disse em 1996: “Favoreço a legalização de casamentos de mesmo sexo, e eu combateria todo esforço para proibir tais casamentos.”
Axelrod, que é assessor de longa data de Obama, escreve em suas recentes memórias que Obama seguiu seu conselho de que ele não deveria declarar sua posição real sobre o “casamento” gay de modo que ele pudesse evitar oposição de líderes religiosos negros americanos e outros para se eleger presidente em 2008. Ele disse que Obama “modificou sua posição” para dizer que apoiava uniões civis — mas não “casamento” de mesmo sexo.
Obama fingiu se opor ao “casamento” gay na maior parte de sua carreira política, abrindo mão de suas verdadeiras crenças por causa de preocupações de que sua postura real poderia prejudicar sua imagem diante dos eleitores.
Mas como presidente dos EUA em 2010 ele voltou publicamente à sua posição original.
Axelrod escreve em “Believer: My Forty Years in Politics” que ele disse ao futuro presidente em 2008 que ele deveria esconder o segredo e enganar o público americano para propósitos políticos.
Axelrod também havia sido contratado para construir a candidatura de Aécio Neves para a campanha eleitoral presidencial do Brasil em 2014. Lamentavelmente para o Brasil, tanto Aécio quanto Dilma Rousseff são membros de partidos pró-homossexualismo. Não se sabe como Axelrod ensinou seu candidato brasileiro a esconder segredos e enganar o público brasileiro para propósitos políticos, mas ele perdeu.
Lamentavelmente parar os EUA, o candidato americano de Axelrod nunca perdeu.
Como é que os eleitores do Brasil e dos EUA podem escolher candidatos de acordo com valores pró-família se eles são enganados? E eles têm sido enganados especialmente nas questões homossexuais, inclusive o “casamento” homossexual.
A antiga tradição judaica sustenta que o “casamento homossexual” foi o “insulto final” a Deus que fez com que Ele trouxesse o Grande Dilúvio. Se isso é verdade, como é que o Pastor Rick Warren não conseguiu discernir esse sinal terrível para os EUA?
De acordo com o WorldNetDaily, na campanha presidencial dos EUA em 2008, Warren realizou em sua igreja o Fórum Civil sobre Liderança e Compaixão, aberto para toda a mídia, onde o candidato democrata Barack Obama e o candidato republicano John McCain responderam a perguntas apresentadas exclusivamente por Warren, que queria ajudar os evangélicos a escolher o “melhor” candidato com base em suas próprias respostas e “sinceridade.” O problema foi: havia muitas respostas e insinceridade.
Obama deu a Warren uma resposta sobre casamento que Warren e os evangélicos queriam ouvir: o “casamento é a união entre um homem e uma mulher” e também uma “união sagrada.”
Entretanto, a responsabilidade de um homem de Deus não é pedir que os pecadores respondam a perguntas públicas para guiar o povo de Deus. É óbvio que os pecadores mentem — e Obama usou esse direito de forma abundante.
É claro que McCain também mentiu, pois ele disse a Warren que não cria na versão homossexual do casamento, mas mais recentemente ele tem apoiado a adoção de crianças por duplas homossexuais e tem sido hostil às leis russas que proíbem a propaganda homossexual para crianças.
A tarefa de Warren não era perguntar aos pecadores o que eles são, mas mostrar, com base num discernimento cristão, quais eram as verdadeiras convicções deles. Deus diz qual é o dever de seus líderes: “Estes homens consagrados orientarão meu povo a distinguir entre o santo e o profano, e lhe ensinarão a discernir entre o que é puro e o que é impuro.” “Ezequiel 44:23 KJA)
No entanto, em vez de ensinar seu público evangélico como usar verdadeiro discernimento cristão, Warren permitiu que dois mentirosos falassem livremente suas mentiras enquanto ele instruía seu público a analisar as mentiras deles. Ele, não seu público, deveria analisar e interpretar as mentiras e insinceridade de Obama e McCain.
Não há surpresa que Obama mentiu sobre sua verdadeira agenda, que é mentir para avançar mais mentiras.
Mas a agenda cristã de um líder cristão é clara como cristal: ajudar seu público a não se deixar enganar por mentirosos e suas mentiras, e a entender e apoiar o que é certo.
Obama sempre foi um crente no “casamento” homossexual, de acordo com Axelrod, que disse de Obama em 2008: “Ele também reconheceu que os EUA não estavam ainda preparados — que precisávamos levar os EUA a esse ponto.”
Warren foi “enganado” porque ele queria ser enganado. Não existe nenhuma escassez de instrução de Deus na Bíblia para seus líderes compreenderem suas responsabilidades para os pecadores, inclusive pecadores que querem governar a nação mais poderosa do mundo.
Com uma ajudinha do Espírito Santo e seu dom de discernimento espiritual (que o capacitaria a ver o que ele não pode ver), Warren poderia ter dito: “Não creio que Obama e McCain estão preparados para a presidência dos EUA. Gente, vamos orar, pois nosso país precisa de uma poderosa visitação de Deus!”
Conheço muitos bons americanos que não possuem discernimento espiritual. Mas eles não precisariam de um detector de mentiras para testar a sinceridade de Obama. Ao considerarem o histórico dele, eles puderam entender o que Obama acabaria fazendo — que ele de fato fez.
Espero que Rick Warren e seu público tenham aprendido lições preciosas sobre mentirosos e suas mentiras.
Com informações da Associated Press, Daily Beast, Daily Mail e WorldNetDaily.

Fonte: http://juliosevero.blogspot.com.br/2015/02/casamento-gay-obama-mentiu-rick-warren.html

14/01/2015

"Não se pode generalizar"

Outro dia li um livro sobre investigações. No livro ficava claro que qualquer investigação passa pela generalização. É necessário generalizar para iniciar o conhecimento, depois sim, podemos particularizar a coisa em questão. A generalização é o princípio da indução e a particularização é o princípio da dedução. Se eu não generalizar as coisas, ou seja, estabelecer um sistema para elas, não serei capaz de deduzir pois um elemento necessário ao conhecimento foi depreciado.

É muito comum ao iniciar uma conversa sobre aspecto polêmico alguém repetir papagaiadamente "não se pode generalizar". Ao fazer isso o sujeito, impede, qualquer possibilidade de reflexão sobre o problema em questão. Isso geralmente acontece para inserir novas generalizações na sociedade. Essas generalizações sim, são artificiais e fabricadas pelo politicamente correto. Tais generalizações politicamente corretas, via de regra, são ideias pecaminosas ou defensoras da prática de pecados. Ninguém pode generalizar mais a prostituição e já querem inserir como profissão, daí para outras generalizações politicamente corretas, como o fim da família nuclear judei cristã, por exemplo, é um pulo.

Já fazem isso até na igreja. Quantos modismos entraram na igreja porque "não se pode generalizar"? Muitos com certeza. Um exemplo disso é a tatuagem. Ninguém queria "generalizar" um tatuado bomzinho, daí surgiu uma onda de tatuados na igreja. Tudo isso porque pessoalizaram um comportamento. Daqui a pouco os mesmos que apoiam a tatuagem no templo do Espírito Santo, vão querer dizer que não podemos generalizar pecados que a própria Bíblia generaliza como homossexualismo, por exemplo. Pior ainda quando não pudermos mais generalizar que só quem crê em Jesus será salvo. Já estamos caminhando para isso.

Se a generalização é o inicio do conhecimento das coisas ela não pode ser substituida por uma relativização. Substituir a generalização por relativização é absurdo, pois a relativização refere-se a relações particulares e não gerais. Se for imperativo classificar cada relação particular para conhecer as coisas inviabiliza-se qualquer conhecimento. Se o conhecimento é inviável, não agimos como juízes de nós mesmos e tal poder será assumido por alguém, seja a mídia ou seja o governo do anticristo.

Na igreja surgem cada vez mais os sujeitos contrários à doutrina. Exatamente a turma anti-generalização. O que eles deseja? Acabar com a capacidade de reconhecimento da verdade dos membros da igreja para tornarem-se ditadores do que é correto e moral conforme seus interesses. Como nos diz a Escritura nos últimos tempos muitos apostatarão da fé para seguirem o que bem entendem e isso é obra do Diabo.

Devemos ser fiéis à doutrina bíblica. Sem fidelidade às doutrinas bíblicas seremos crentes deformados. Aliás, a forma é um tipo de generalização natural. Um cachorro tem forma diferente de um coelho, se não fosse pela generalização da forma seria impossível distingui-los imediatamente.

Vivemos num tempo onde cristãos assumem a forma do mundo. Generalizam seu pensamento conforme o padrão do mundo e não comforme o padrão de Deus. Num momento assim é necessário ser um pregador, mas parece que cada vez mais um pregador idoneo não pode estar aos pés de instituições onde seus membros, cada vez mais, se conformam ao presente século e se ofendem com o verdadeiro sentido da Palavra de Deus. O Senhor estabeleceu seu padrão para o crente e, com certeza, esse padrão não é nem um pouco politicamente correto, mas que é verdadeiro isso é.